Coleção 9 Obras – Eça de Queirós

A reliquia – Eça de Queirós: Romance de segunda fase, A Relíquia, de Eça de Queirós, publicado em 1887, nos dá uma visão pessimista do autor, de um Portugal demasiadamente conservador de que Titi é a principal representante; há também uma crítica ferina, contundente e cruel desta mesma sociedade portuguesa, ressaltando-se aí os defeitos do clero, o que já fora anteriormente feito em O Crime do padre Amaro (que faz também parte da segunda fase do autor). Desta vez, no entanto, a crítica é muito mais aguda e mostra as criaturas que fariam qualquer coisa por um pouco de dinheiro.

Alves e Cia – Eça de Queirós: O protagonista masculino desta divertida comédia é Godofredo da Conceição Alves, responsável por um empreendimento comercial e financeiro de grande sucesso. Bem instalado na vida, casado, próspero de consolidado prestígio social – características que o aproximam bastante do banqueiro Cohen de Os Maias, Godofredo assemelha-se ainda, em muito, ao marido de Madame Bovary de Flaubert. Godofredo Alves é um homem atencioso para com a esposa, provedor – Eça chega mesmo a compará-lo a um pássaro que provê o ninho. Trata-se de uma alma generosa na sua essência, embora dada a acessos de cólera passional.

As Cidade e as Serras – Eça de Queirós: O romance A Cidade e as Serras, publicado em 1901, é desenvolvimento do conto “Civilização”, de Eça de Queirós. Uma personagem, José (“Zé”) Fernandes, relata a história do protagonista Jacinto de Tormes. Na composição são destacados os episódios diretamente relacionados coma personagem principal, ficando os fatos da história de Zé Fernandes apenas como elos de ligação da história vivida por Jacinto. Desde o início, o narrador apresenta um ponto de vista firme, depreciando a civilização da cidade.

Cartas D’ Amor – Eça de Queirós: Este livro é uma história de amor em forma de cartas, tão ao gosto da época profundamente romântica – o fim do século XIX – em que foi escrito. São cartas tocantes e belas, com a marca inconfundível…

O Crime do Padre Amaro – Eça de Queirós: O Padre Amaro era um reverendo muito, muito piedoso. Mas cometeu um crime. Qual foi o crime do padre Amaro? Baixe e leia…

O Mandarim – Eça de Queirós: Escrito em 1880 por Eça de Queiroz, é um livro que á primeira vista pode parecer deslocado no universo Queirosiano, mas apenas á primeira vista… Teodoro (Amanuense do Ministério do Reino) através de um pacto com o diabo, vai-se tornar mandarim na China…O ponto de partida é efectivamente “diferente”, mas todo o desenrolar da história é (mais) um magnífico retrato em tons mordazes de Portugal, bem ao estilo de Eça.

Os Maias – Eça de Queirós: Apresentada em sua versão original portuguesa, este romance é simplesmente um monumento. Jamais, em qualquer literatura que seja, em qualquer época que seja, encontraram-se em um mesmo livro tanta finura e perspicácia.

Singuralidade de uma Rapariga Loura – Eça de Queirós: Neste romance você saberá quanto Macário amou Luísa, a rapariga loira. Mas Luísa roubou mais do que o coração de Macário.

O PRIMO BASÍLIO – Eça de Queirós: O livro é uma crítica profunda aos padrões burgueses e tenta demonstrar, a todo momento, as características maléficas dessa classe, sobretudo a lisboeta, como afirma o próprio autor em carta a Teófilo Braga e você vendo-me tomar a família como assunto, pensa que eu não devia atacar essa instituição eterna, e devia voltar o meu instrumento de experimentação social contra os produtos transitórios, que se perpetuam além do momento que os justificou, e que de forças sociais passaram a ser empecilhos públicos. Perfeitamente: mas eu não ataco a família – ataco a família lisboeta – a família lisboeta produto do namoro, reunião desagradável de egoísmos que se contradizem, e mais tarde ou mais cedo centro de bambochata. Em O Primo Basílio que apresenta, sobretudo, um pequeno quadro doméstico, extremamente familiar a quem conhece bem a burguesia de Lisboa(…)

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